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já deixei claro minha intolerância com o caso isabella e meus motivos pela minha indiferença frente ao ocorrido. pois bem.
infelizmente muitos não vão saber e mto menos, irão ficar estarrecidos com o caso do pai [austríaco - aposto que se fosse brasileiro, seria mais explorado e tratado como vergonha] que manteve a filha em cárcere privado por 24 anos e fez 5 filhos nela.
é…vai saber a cabeça deste povo. ¬¬”!
só vou fazer questão de fazer um post sentimental, pq tô sem assuntos triviais e inúteis o suficiente. >.<”!
bem, lá vai.
se não tivesse perdido um aniversário importante semana passada, talvez teria deixado de ser frouxa prá me tornar um ser mais degradante.
amanhã não terá república que me alegre, mto menos linha vermelha que me comova.
só quero lembrar a citação de uma paixonite: “marília, vc é uma garota cativante.”
…não tem dinheiro prá vivêêêêê! .sábio damião.
sempre comi prá morrer e praticamente morro até chegar num lugar que satisfaça meus desejos gastronômicos e, sobretudo higiênicos.
meus pais nunca se conformaram com o que gasto num almoço. e eles têm razão.
não almoço no fasano, antiquarius ou qualquer coisa do gênero. almoço em locais geralmente movimentados, onde posso colocar no prato o que quiser, onde muitas vezes como mais de 1kg. =P nham!
quando a comida é japonesa, pior ainda. prá não correr o risco de ficar com cara de tacho no fim da tarde, meto bronca no pratenho msm!
mas a crise do novo ouro branco, o arroz, pode colocar todas as minhas pretensões por terra. não tava contando que até o grãozinho fofo estivesse ameaçado principalmente pela cana. – até pq é o que todo mundo quer acobertar, né? prá quê comer se temos carro?.
hmm, mas arroz é carboidrato…é bom prá repor energia e dar sensação de dever cumprido e saciedade. e o que fazemos da cana, além do açúcar e do álcool…tem o caldo que tb é energético. aí vem a melhor parte: e o diabético?
ah, ele pode comer a linha light. tá…vai vc pagar prá ele comer, ok?
mais food, que hj tá animado.
capa da folha de s.paulo de hj: tomates, morangos e alfaces – a alegrias das neuróticas por juventude e magreza – estão com pelo menos 40% de excesso de agrotóxico.
quando saiu essa análise feita pela anvisa, a imprensa divulgou daquela maneira alarmante – como tem que ser, e indicou “saídas” para quem ainda quer fazer consumo dessas tetéias palativas [exceção a alface, claro!]: comer orgânicos.
clap, clap, clap!
acho que todo mundo já tem feito uso indireto de alimentos com agrotóxicos, transgênicos e afins. se isso é, de maneira prática para ser diagnosticada, prejudicial, segundo a matéria da folha, são questões que não foram definidas.
na dúvida, continue enchendo seu pratão. pensando que vc também faz parte dos outros.
nhacccccc!
yum! tem beterraba! *-*!
todo mundo que pega a linha azul teme a estação paraíso [além da sé, claro] por um simples motivo: é cheínha que dá pena. tudo bem, se o paradise é cheio…imagine o hell [sé]? hahahaha!
a lotação passou a ser pormenor depois da ” descoberta” de hj.
os bilheteiros da estação paraíso são novos, não apenas no pedaço…na aparência. são merecedores de *-* mesmo. de repente, me sentir no próprio paraíso…não digo bairro, digo no sentido efêmero da palavra. hmm, acho que não vou mais recarregar aquele cartãozinho…
a casa de leilões christie’s vai leiloar uma pintura, no mínimo, surreal para algo contemporâneo.
o nu da inglesa sue, uma cidadã comum que trabalha em uma agência de emprego, pode chegar à “bagatela” de 60 milhões de reais. há 13 anos, quando posou para um artista que queria “fazê-la fugir da rotina”, a moça havia ganho o equivalente a 70 reais.
até aí, nada curioso. mas se eu disser que o quadro nada mais é que uma aquarela de uma mulher extremamente obesa e – que esse quadro está parando boa parte das ruas de londres- muita mulher vai ao menos parar prá pensar antes de engolir cada alface vital para seu regime.
não tô fazendo apologia à obesidade, que é prejudicial à saúde e é de uma certa forma inestética. só estou reforçando um apelo: valorizar certos excessos.
mulheres do brasil, terra da puta que pariu: homem quer lugar prá pegar, tá? enquanto marília quer chegar a um quadril de 90 cm, outras com um de 120 querem estreitá-lo…¬¬”!
pensem nesse caso e no sucesso da mulher melancia, depois venham me convencer se não é um bom negócio.
pois é.
uns dias atrás reclamei do sumiço da luta livre na tv. no último sábado surgiu na transmissão do essabesteira uma reprise do “a praça é nossa”. durante a “atração”, os dois mais recentes apresentadores do “fantasia” atendiam telefonemas, faziam brincadeiras – já remanejadas do antigo programa da adriane galisteu – e davam aquelas quantias em dinheiro que todo mundo já conhece.
depois dessa, até a “sessão da tarde” – com suas propagandas entusiasmantes – está mais cotada prá dar lavada nas tardes de sábado.
na dúvida, ou na possibilidade, migre pros canais pagos imediatamente ou torça prá tv aberta começar a exibir “chaves” em tempo integral.
tô usando o exemplo clássico da coca-cola primeiro pq gosto muito desses pôsteres.
segundo pq é uma forma sutil de ilustrar, principalmente “a impressão de poder”que determinada bebida, roupa ou objeto desperta nas mentes sonhadoras.
terceiro, pq a propaganda pode estar sendo mal interpretada.
começou mais um capítulo da série “a propaganda influencia”. mais uma vez, os anúncios de cerveja estão na berlinda sob alegação de induzirem o consumo exagerado de álcool, o que acarreta acidentes e imprudência no trânsito.
tá certo que todas as mulheres serão gostosas quando o cara beber tal aperitivo. quero ver se ele conseguirá acordar desse “harém”, né? no brasil, não adianta colocar uma nota de rodapé ou fazer uma sonora “aprecie com moderação” no final do anúncio.
irresponsabilidade acontece pq ainda há mta gente que vive no mundo de faz de conta. bebida não sana problemas, mas tb não é ela a única causadora de acidentes. muitas vezes ela sequer é a causadora.
acidentes no trânsito em muitos, talvez até na maioria dos casos, é desvio de conduta, que é comprada de qualquer um ou de qualquer coisa. evidentemente que a bebida é uma espécie de alucinógeno [ menos prá mim], mas no caso que estão expondo-as como mera justificativa prá condenar anúncios publicitários, ela apenas é uma coadjuvante.
com propagandas [só um pouco mais] responsáveis – prá turma não ficar só na fantasia -e [o milagre] da sociedade tornar-se um pouco mais bem informada [volta o post do classe e...], penalizada de maneira devida, o *-* voltaria com intensidade nunca vista.
calma, não estou falando do cansei de ser sexy ou daquele movimento das classes a e b. tô falando do meu projeto “cansei de ser calábria”. [mas a descrição vou colocar no masculino pq é um sobrenome válido prá ambos os gêneros].
!
se vc cansou de ser feio, burro, neo-pobre, e por conta disso ser chutado e desprezado por possíveis chances de trabalho e garotas relativamente bonitas [pq beleza vai além dum rosto comercial].
eu, marília calábria, estou arrecadando fundos ou esperando um milagre, para realizar um grande sonho. atenção cirurgiões plásticos de grande escalão: me transformar numa deusa será um desafio impagável na carreira de qualquer um de vcs, hein?









